quinta-feira, 16 de março de 2023

16º Dia: 16 MAR - Atrações em Assuã

  

O navio amanheceu em Assuã, nosso porto final e hoje vimos as atrações locais.

Assuã é a segunda maior cidade do Egito, mas a mais importante economicamente. Aqui está a segunda maior hidroelétrica do mundo, o que atraiu muitos negócios para cá, há uma grande produção agrícola, bem como de minérios. Mas a cidade se parece com as demais, apenas melhorada. Tudo cor de ocre, empoeirado, ruas de comércio feias e confusas, pessoas com cara de sujo.

Pela manhã saímos navegando em uma faluca, um barco a vela típico daqui. Uma navegação suave e tranquila vendo o perfil da cidade a partir do rio. Depois de algum tempo, passamos a um barco a motor, tipo uma chalana, e fomos conhecer um povoado núbio.













A chalana parou em uma praia do rio onde poderíamos dar um mergulho. Mas apenas um casal do grupo caiu na água.



Dalí, os que quiseram foram de camelo até o povoado – cerca de 1,5 km, uns 15 minutos. Os camelos são bem tranquilos. A gente vai montada sozinha e o condutor vai ao lado. Na hora da subida e da descida tem que ter cuidado para não cair.





Os núbios são um povo da África Central que se estabeleceu no Egito em 700 AC, tendo chegado a dirigir o Egito na 24º dinastia. Hoje fazem parte do Egito e moram em vilas típicas com casinhas coloridas e teto arredondado (parece casa de marimbondo). Eles trabalham com artesanato com sementes, madeira, osso de crocodilo etc. tudo muito colorido.





Lá vimos um crocodilo criado em cativeiro, e alguns filhotes que podiam ser segurados para fotos. Não me arrisquei, só bati a foto. No rio não tem crocodilo nessa região, apenas acima da barragem de Assuã.



Eles também trabalham com tatuagem de henna e fizemos tatuagens que devem durar umas 3 semanas.


Voltamos na chalana ao nosso barco para almoçar e sair para novo programa à tarde. Esse programa à tarde foi sem graça, tipo “encheção de linguiça”.

Primeiro fomos a uma pedreira ver um obelisco inacabado. Muito bobo mesmo. Depois fomos visitar a represa de Assuã. Com a construção da represa formou-se um lago artificial, o maior do mundo, lago Nasser. A hidroelétrica foi construída com ajuda russa e hoje produz energia suficiente para todo o Egito, Sudão e ainda vendem para a Jordania.



Se a barragem se romper, todo o Egito será inundado em cerca de 7 horas e varrido do mapa. O que torna a barragem um motivo de segurança nacional, altamente vigiada.


Depois da barragem fomos a dois lugares puramente comerciais – uma fábrica de essências e óleos aromáticos com finalidade terapêutica e a uma loja de especiarias feitas aqui. Escutamos explicações, algumas pessoas fizeram compras, mas achei muito sem graça e com cara de trambique.

Hoje a noite teremos uma apresentação de danças e assim encerramos nosso cruzeiro pelo Nilo.

Amanhã sairemos cedinho de volta ao Cairo para finalizar a visita ao Egito.

 

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