Continuamos hoje nosso turismo por Jerusalém, mais especificamente a cidade antiga dentro da muralha. Entramos pela Porta de Sião e caminhamos um pouco até o Cenáculo, local provável da Última Ceia.
Ali temos
uma enorme sala de uma construção mais recente. No ambiente muitos grupos de
origens variadas – uns cantam, outros rezam, fica uma coisa meio bagunçada. A
guia cita algumas fontes para dizer que ali realmente foi o local da última ceia,
mas fica até difícil acreditar.
Em seguida fomos ao
túmulo do Rei David, uma sala com uma enorme urna de cimento onde supostamente
estão os restos mortais dele. Como hoje é Sabath, muitos ortodoxos lá rezando e
não pode bater fotos, nem usar o celular.
No Sabath, nada funciona – no café da manhã tudo frio – não pode aquecer nada. Ninguém trabalha, nem faz nada que produza alguma coisa – podem ler, mas não pode escrever.
A cidade antiga é dividida em 4 setores – judaico, cristão, islâmico e armênio. Dentro dos muros há residências, lojas, restaurantes, templos, e locais sagrados. Tudo muito cheio de gente e muito confuso.
Seguimos até o muro
das Lamentações – cheio de judeus ortodoxos rezando devido ao Sabath, nada de
fotos, meio tenso o ambiente. Mas fomos até lá, colocamos nossos pedidos e
fizemos nossas orações.
Depois de caminharmos um pouco pela parte judaica entramos na parte cristã e seguimos a Via Dolorosa, a via sacra, que para nossa decepção está nas ruas da cidade, em meio ao comércio. Seguimos da V estação até o final. As últimas estações, na parte da crucificação em diante, se encontram dentro da basílica do Santo Sepulcro, uma igreja enorme, parte ortodoxa, parte católica. Mas tudo muito caótico, muita gente se empurrando, parando para fotos nos locais mais inconvenientes, nenhuma espiritualidade.
Dentro da igreja, nos
locais das possíveis estações, há representações em mosaico e em imagens das
estações, do calvário, da cruz etc.
De lá fomos encarar a
fila para visitar o Santo Sepulcro e, após 1:30 na fila, quando estávamos
pertinho de entrar, eles fecharam a visitação pois ia haver uma celebração
religiosa. Como estamos no período da Quaresma há celebrações em certos
horários. Então, nada de ver o Santo Sepulcro, mas para falar a verdade, não me
tocou muito devido a esse caos.
Seguimos em meio ao Mercado, em ruas estreitas cheias de lojas de produtos variados – cremes do mar morto, especiarias, itens religiosos, suvenir etc. E fomos almoçar a comida típica deles – falafel, schwarma, kebab, etc. Tudo bem condimentado.
Depois do almoço um tempo para bisbilhotar nas lojas e seguimos até a torre de David. Entramos e vimos as escavações e fomos embora.
A minha mala ainda
não apareceu e a Air France nem tem notícias dela – algo estranho pois uma mala
não desaparece assim. Poderia haver uma informação até de que ela foi parar na
Austrália, mas não haver ausência de notícias. Então, hoje e amanhã vou sair e
comprar roupas etc para continuar a viagem.
Amanhã é um dia livre em que é oferecido um passeio a Massada e ao Mar Morto, mas devido ao sumiço da mala farei um programa de compras.
Na segunda-feira deixamos Jerusalém e seguimos com nosso tour por outros locais.


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Espero que mesmo sem a mala continue curtindo sua viagem! Um beijão. Ana
ResponderExcluirAs fotos estão ótimas!!! Está tirando com sua máquina ou celular?
ResponderExcluirEu sei bem o q é ficar sem mala… Boa sorte, amiga! Desapegue e aproveite a viagem. As fotos estão ótimas. Bj Viviane
ResponderExcluirMeninas, que fotos lindas, que viagem!!! Aproveitem!!! Desejo dias inigualáveis para vcs. Bjs. Maria
ResponderExcluirVc perdeu a ida ao Mar Morto entao? Pena, eh bonito! Beijos, mae
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