Hoje deixamos Israel e rumamos para a vizinha Jordânia.
Saímos cedo de Telaviv (7 h). O deslocamento até a fronteira deveria demorar 2 horas – são cerca de 120 km. No entanto, havia manifestações políticas na estrada e demoramos 4 horas.
O
caminho até a fronteira é todo plantado, irrigado, tudo bem cuidado. No meio
desse terreno árido e seco eles produzem uma enorme quantidade de frutas e
legumes. As romãs são imensas, o repolho é gigante! Vou corrigir o Pero Vaz
Caminha, não se roubando, tudo dá!!!
A
passagem na fronteira é um tanto complicada. Chegamos a um posto do lado
israelense onde tivemos que pagar 40 dólares de taxa de saída do país e onde
deram baixa nos nossos passaportes. Depois pegamos um ônibus que nos levou por 1
km até o posto de fronteira da Jordânia. Deixamos as malas la fora (segundo o
guia é seguro – ninguém mexe) e entramos numa fila demorada onde fomos
fotografados, e os passaportes carimbados. Depois passamos a mala no Raio X e
embarcamos em outro ônibus com outro guia do lado de cá.
Seguimos
adiante para a cidade de Jerash. O caminho era montanhoso, com vegetação
rasteira e muitas pedras. O percurso é bem lento. Passamos por muitas pequenas
cidades bem pobres, feias e sujas.
Ao
chegarmos em Jerash fomos para o restaurante Artemísia almoçar pois estávamos
todos varados de fome. Comemos bem uma espécie de wrap com carne (tipo kafta)
dentro, acompanhado de batatas fritas, pão e humus.
Nosso
grupo tem (além de nós 4) mais 4 brasileiros (um casal, e uma mãe e filha) e 4
argentinos.
Depois
do almoço fomos conhecer o sítio arqueológico de Jerash, o qual nos encantou.
Jerash
é uma cidade fundada pelos gregos no período antes de Cristo e depois melhorada
pelos romanos, especialmente por Adriano (100 DC). Pessoas viveram ali até o
século VIII, quando um terremoto destruiu a cidade. Ainda há enormes estruturas
bem conservadas de teatros, templos, praças, ruas etc.
Na entrada um enorme Arco de Adriano, seguido por um hipódromo. Mais adiante uma enorme praça oval cercada de colunas.
No alto, o templo de Zeus, ao lado do Teatro Sul, que ainda guarda sua estrutura bem intacta e a acústica perfeita.
Mais
ao longe, o templo de Artemísia e colunas de outros templos. De lá sai um
corredor de colunas – o cardo (rua principal) que leva até outro portal e ao
cardo máximo, a rua mais importante que liga o portão norte ao portão sul.
O
piso é de enormes pedras, que nas construções gregas é desalinhado e nas
romanas é bem arrumadinho.
Realmente
foi uma visita que encantou a todos. Não esperávamos por algo tão preservado e
tão grande.
De
lá seguimos para Amã, a capital do país e nos hospedamos no hotel Landmark, um
excelente hotel. Os árabes não economizaram no tamanho dos quartos, na decoração,
no conforto, etc.
Jantamos
no próprio hotel, aliás, dividimos os pratos porque é muita comida! E agora
vamos descansar porque amanhã temos um tour por Amã e seguimos para Petra.

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Muito fera esse lugar! Impressionante o tamanho das construções…Imaginar isso sendo construído no passado é muito louco! Viagem top!
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